Hoje é o Dia dos Símbolos Nacionais. E talvez você esteja pensando: "Quais símbolos?". São quatro:
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A Bandeira Nacional;
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O Hino Nacional;
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As Armas Nacionais;
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E o Selo Nacional.
Quatro símbolos que pertencem ao Brasil. A nossa Bandeira, na forma republicana, foi adotada poucos dias depois da Proclamação da República, em 19 de novembro de 1889. No centro, o céu do Rio de Janeiro representado como estava na manhã de 15 de novembro de 1889. As estrelas representam os Estados e o Distrito Federal. E atravessando o círculo azul está aquela frase que praticamente todo brasileiro já viu: ORDEM E PROGRESSO. Mas quantos adolescentes sabem explicar o que está escrito na Bandeira? Pior: quantos conseguem sequer dizer corretamente qual é a frase?
Temos também o Hino Nacional. A música é de Francisco Manuel da Silva. A letra, de Joaquim Osório Duque-Estrada. A música foi oficializada ainda no início da República, e a letra que conhecemos foi oficializada em 1922. "Ouviram do Ipiranga..." E pare por aí. Faça a experiência. Pergunte a dez jovens como continua. Certamente você terá uma surpresa desagradável.
E não estou culpando esses jovens. Estou culpando quem deixou de ensiná-los. Porque a legislação brasileira é absolutamente clara: o significado da Bandeira e o canto e a interpretação da letra do Hino devem ser ensinados nas escolas. Mais ainda: no ensino fundamental, executar o Hino Nacional é obrigatório uma vez por semana. Quantas escolas realmente transformam isso em educação cívica? Não como ritual vazio, mas explicando cada palavra, cada símbolo, cada momento da nossa História.
Temos ainda as Armas Nacionais, o nosso brasão. Elas também nasceram com a República, pelo mesmo Decreto nº 4, de 19 de novembro de 1889. Ali estão o Cruzeiro do Sul, a espada, os ramos de café e fumo e a inscrição: República Federativa do Brasil — 15 de novembro de 1889. E temos o quarto símbolo, provavelmente o menos conhecido: o Selo Nacional. Ele reproduz a esfera celeste da Bandeira, cercada pelas palavras "República Federativa do Brasil", e é utilizado para autenticar atos de governo, diplomas e certificados oficiais.
Agora eu pergunto: quando foi que começamos a ter vergonha de ensinar o patriotismo?
A resposta fica fácil: com governos de esquerda que trabalham para destruir os conceitos familiares, nacionais, conservadores e cristãos. Vestir verde e amarelo não deveria revelar em quem alguém vota. Deveria revelar apenas o país ao qual pertence. Por isso, espero que o próximo governo trate a educação cívica e o respeito aos Símbolos Nacionais como uma prioridade republicana.
Sonho com um Brasil em que as crianças:
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Aprendam o Hino, mas aprendam também o que ele significa;
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Saibam desenhar a Bandeira, mas entendam o que representam suas estrelas;
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Conheçam o brasão;
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Descubram que existe um Selo Nacional;
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Conheçam a Constituição;
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E aprendam a História do Brasil, com seus heróis e seus erros.
Patriotismo é conhecer a sua História suficientemente bem para querer melhorar o próximo capítulo. Há duas coisas que ajudam a formar nossa identidade: a família da qual viemos e a pátria à qual pertencemos. Honrar nossos pais é reconhecer nossas raízes. Eu me arrepio quando começa a tocar o Hino. Me emociono quando a nossa Bandeira é içada.
"Um governo que deixa seus filhos esquecerem seus símbolos começa, pouco a pouco, a esquecer quem é. Quem não aprende a honrar suas raízes, dificilmente compreenderá o valor da pátria que recebeu, e muito menos a responsabilidade de deixá-la melhor para seus filhos."